
N.º 96, 3.º Esquerdo
1100-232 Lisboa
«Entre hoje e sábado a Póvoa de Varzim torna-se o epicentro da literatura nacional com o Correntes d'Escrita. Um festival que celebra os livros e os escritores de língua portuguesa e castelhana.» Espera-se que «mais de meia centena de escritores» esteja presente no evento. Ler no Diário de Notícias e no Diário Digital.
«O escritor brasileiro Rubem Fonseca é o vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito da 13ª edição do encontro literário Correntes D’Escritas, com o livro Bufo e Spallanzan. O vencedor do prémio, no valor de 20 mil euros, foi anunciado esta manhã.» Ler no Público.
«Angola pretende continuar a "divulgar e difundir os seus escritores, não só em Portugal, mas também no mundo", disse à Lusa Carmo Neto, escritor e secretário geral da União dos Escritores Angolanos, à margem do Correntes d'Escritas que começou [a noite passada] na Póvoa de Varzim.» Ler no Diário Digital.
Após a criação da secção 15/25, que tem o objetivo de publicar trabalhos em texto, ilustração e fotografia enviados por leitores entre os 15 e os 25 anos, a LER avança agora com uma nova iniciativa: Volta a Portugal 15/25. Todos os meses, escritores e colaboradores da revista visitarão escolas e bibliotecas do país a fim de divulgar o concurso. A ação arranca hoje, no âmbito do Correntes d'Escritas 2012 na Póvoa de Varzim. Leia aqui.
É responsável por um dos mais francos sorrisos da Póvoa, e aí residirá um dos segredos da magia das Correntes. Luís Diamantino, paradoxalmente, é vereador e não anda em bicos de pés, daí que manifeste orgulho no nascimento de novos festivais inspirados nas Correntes e se preocupe com a criação de mais leitores. Diz-se farto de ouvir falar em crise e assume-se perverso q.b. para a enfrentar.
Quando as Correntes d’Escritas começaram, alguma vez pensou que atingiriam as proporções de hoje?
Quando começamos a fazer algo em que acreditamos, esperamos sempre conseguir o melhor. É com este espírito que estamos na vida e nas Correntes. Queremos sempre chegar mais longe. Como diz Cesário: «Os obstáculos estimulam-me, tornam-me perverso.»
Que outras medidas, na área da promoção da leitura, exerce a Câmara Municipal da Póvoa do Varzim ao longo do ano?
Na primeira quinzena de agosto, temos a Feira do Livro, sendo a 3.ª em volume de vendas no país. Temos uma média de 4 livros lançados, por mês, ao longo do ano. Somos uma Câmara Municipal com uma linha editorial própria, criando uma coleção e editando ou coeditando com uma grande frequência. Na nossa Biblioteca, possuímos espólios de grandes escritores e pensadores como Alexandre Pinheiro Torres, Francisco Gomes de Amorim, Flávio Gonçalves, Luísa Dacosta, Sousa Rebelo…
Como vê o aparecimento de outros festivais literários, que de alguma forma vão buscar a inspiração às Correntes d’Escritas?
Alguns deles revelam essa fonte. Sentimo-nos orgulhosos por sermos uma referência no campo cultural. O aparecimento de outros acontecimentos literários vem enriquecer o panorama cultural do país, motivar escritores e editores e, seguramente, criar mais leitores.
Como é que olha para o modelo da FLIP, em que os encontros são pagos? As Correntes d’Escritas poderão evoluir para esse sistema?
Em Portugal, ainda não chegámos a esse patamar. Podemos pagar, e bem, para assistir a um jogo de futebol; no entanto, sentimos alguma dificuldade em fazer o mesmo num evento cultural. Penso que havemos de lá chegar.
Que futuro prevê para os festivais literários em Portugal?
O futuro é moldado por nós. Os eventos que têm valor sairão reforçados. Só temos de adaptá-los à evolução dos tempos.
O que nos pode desvendar da edição de 2012 das Correntes d’Escritas?
Continuaremos a dar voz a jovens escritores, incentivaremos o gosto pela leitura e pela escrita junto dos mais novos, através de prémios literários direcionados a turmas do 4.º ano de escolaridade e a jovens até aos 18 anos. Iremos às escolas falar de livros e de literatura. Teremos na conferência de abertura a presença sempre sábia e cativante de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto. Uma importante exposição de fotografias de Jorge Barros. A entrega dos prémios LER/Booktailors, muitos escritores, jornalistas, editores e uma multidão de leitores. Gostaria de realçar as presenças de Eduardo Lourenço e de Rubem Fonseca.
Que palavra já não consegue ouvir?
«Crise.»
Qual o seu maior ódio de estimação?
Não tenho ódios, muito menos de estimação. Mas não posso com a inveja.
Se pudesse fazer uma pergunta ao atual secretário de Estado da Cultura, qual seria?
E agora, Francisco José?!
Na atual conjuntura, como fazemos para que a língua portuguesa valha mais do que a PT, como apontou o ex-ministro da Cultura Pinto Ribeiro?
Deveríamos valorizá-la, não esquecendo os clássicos, como, infelizmente, estamos a fazer no ensino. A poesia trovadoresca faz parte da nossa vivência literária, Camões, Gil Vicente, Camilo… Acredito que o bom uso da língua dará origem a melhores falantes.
Acha que devíamos implementar o novo Acordo Ortográfico?
Não vejo grande necessidade. E Angola e Moçambique?…
Acha que o novo Acordo Ortográfico é fundamental para a sobrevivência e expansão da língua portuguesa?
A língua não se molda à força, ou por decreto. Ela adapta-se à região, ao clima e aos que a utilizam.
Dê-nos uma boa ideia para o setor editorial português.
Qualidade. Só qualidade!
Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas (Português/Francês) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Início de funções docentes em 1980/81, na Escola Secundária de Águas Santas. Adjunto do Gabinete de Apoio à Presidência da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, em 1994/96. Vereador, a tempo inteiro, na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, nas áreas do Turismo, Acção Social, Juventude, e Desporto, em 1996/97; nas áreas do Turismo, Acção Social, Desporto, Educação e Cultura, em 1998/2001, nas áreas do Turismo, Educação, Cultura, Juventude e do Desenvolvimento Local, entre 2001 e 2005; nas áreas da Educação e Ação Social, entre 2005 e 2009. Presidente da Direção da Associação Pró-Música, responsável pela Escola de Música da Póvoa de Varzim. Presidente do Conselho de Administração da Empresa Municipal Varzim Lazer, desde 2011. No presente mandato é vereador de Educação e Cultura.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro Infantil, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.
«O Correntes d’Escritas, que acontece de 23 a 25 de Fevereiro, é uma “edição milagre”, porque este ano, em contexto de crise, foi conseguido “quase sem dinheiro, mas mantendo a qualidade”.» Ler no Porto 24.
«Os Correios de Portugal vão lançar na quinta-feira, 23, uma emissão filatélica e um livro, ambos com o título ‘A Palavra e a Imagem’.» O livro, da autoria de Paulo Mendes Pinto, «propõe ao leitor um percurso através de 50 episódios bíblicos retratados na arte portuguesa, numa conjugação entre a estética da pintura com a hermenêutica da palavra.» Ler no Correio da Manhã.
A Romance Writers Ink de Oklahoma criou uma polémica ao proibir que histórias sobre o amor entre pessoas do mesmo sexo participem no seu concurso literário. Devido à pressão da comunidade literária, a organização foi obrigada a cancelar o concurso e pedir desculpa através de uma declaração que, mesmo assim, não parece suficiente para os que se sentiram ofendidos. Leia aqui.
O número de aquisições e investimentos da indústria editorial alemã aumentou significativamente em 2011, sobretudo devido ao investimento em modelos digitais. Leia aqui.
«Um tribunal da localidade de Huizhou deu razão a uma queixa apresentada pela Proview, a empresa chinesa que afirma deter os direitos da marca iPad na China, e ordenou a retirada dos tablets da Apple das lojas chinesas.» Ler no Sol.
«Rui Zink é, além de escritor, professor universitário – e passam pelas suas mãos muitos estudantes que querem fazer carreira na edição (a Madalena, meu braço-direito cada vez mais indispensável, foi sua aluna de mestrado). E, apesar de ter uma imagem pública que se associa facilmente à paródia, à irreverência e à má-língua, diz coisas muito sérias que devem ser tomadas em conta sobretudo por quem escreve e deseja ver os seus textos publicados.» Ler na íntegra aqui.
«Os sites library.nu e ifile.it, que permitiam fazer o download de livros protegidos pelos direitos de autor, foram encerrados.» Ler no Sol.
«Há 30 anos, o escritor britânico [Martin Amis] publicou um livro sobre videojogos com prefácio de Steven Spielberg. Na internet chega a custar 150 euros.» Ler no iOnline.
No sábado, dia 25, a partir das 19.30, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, integrado na programação do festival Correntes d'Escritas 2012.
A Alemanha aderiu à Noite Mundial do Livro, iniciativa que teve origem no Reino Unido no ano passado. O objetivo do World Book Night é promover o prazer pela leitura e pelos livros, o que passa pela distribuição de um milhão de títulos com a ajuda de milhares de voluntários. A Alemanha vem juntar-se aos Estados Unidos e à Irlanda como os novos países a participarem na maior noite de livros do mundo. Leia aqui.
No Reino Unido, os efeitos do corte nos fundos das bibliotecas públicas estão a ser muito debatidos. No entanto, há quem pense logo em maneiras de resolver o problema, desenvolvendo novas estratégias para aproveitar o máximo dos recursos disponíveis, novas tecnologias e até voluntariado para garantir que a qualidade de serviços não diminua. Leia aqui.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro Infantil, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.
A Câmara Municipal das Lajes do Pico, em conjunto com a VerAçor Editores, promove o Prémio Literário Nacional Dias de Melo. São aceites a concurso obras inéditas ou editadas em 2011, nas categorias de romance, novela, conto e poesia. Os trabalhos devem ser entregues até dia 30 de maio. Saiba mais aqui.
O domínio da Amazon sobre a indústria do livro é tão grande, que os editores e livreiros se preocupam se esta influência terá fim. Por muito que as editoras não gostem das táticas usadas pela empresa, continuam a depender dela para vender livros. Leia aqui.
Para os agentes literários, a ideia de que a Amazon ia começar a editar livros foi extremamente positiva, porque imaginavam que o gigante tecnológico conseguiria oferecer adiantamentos maiores. Leia aqui.
O jornal britânico The Daily Mirror lançou em janeiro uma campanha chamada «We Love Reading», que durará o ano inteiro. O objetivo é promover o prazer pela leitura, focando-se principalmente nos leitores jovens. Leia mais aqui.
É possível descarregar o iBook Author da Apple através do iTunes. O eBook Portugal sugere que os leitores criem o seu livro e o exponham no seu sítio. Leia aqui.
Apesar de o conceito de manual digital ser demasiado recente para se avaliar a dimensão do seu sucesso, os valores adiantados pelo Global Equities Research provam que a iniciativa da Apple não está a correr nada mal, vendendo 350 mil títulos nos seus três primeiros dias. Leia aqui.
Segundo o jornal Le Parisien, o presidente francês Nicolas Sarkozy está a preparar a edição de um livro com um certo teor autocrítico sobre o seu mandato. Entre os vários livros já editados por Sarkozy, destaca-se Ensemble, lançado durante a sua campanha presidencial em 2007. Leia aqui.
As vendas de livros de cozinha bestsellers, assim como um aumento de 38% nas vendas de e-books, foram benéficos para a editora nos três últimos meses de 2011. Leia mais aqui.
Apesar de muitas pessoas já darem o livro tradicional como morto, é inegável que as obras físicas têm um propósito na sociedade, e o problema não está na sua existência, mas na maneira como são distribuídas. A maior diferença é que, pela primeira vez na História, as versões impressas são opcionais, e isso traz implicações profundas. Leia aqui.
Tece as correntes que ligam a literatura à Póvoa de Varzim desde sempre. Vive e trabalha na Câmara Municipal de Macondo, local onde se concretiza, com o mais mágico dos realismos, o maior festival literário português. Este ano espera que a magia aconteça na voz de Rubem Fonseca e que este traga o calor e a intensidade de uma «francesinha da Póvoa». É ela, Manuela Ribeiro, a responsável por estas Correntes brutais.
O que é, afinal, o espírito das Correntes d’Escritas?
Não sei. Nem sei se as Correntes têm um espírito. Mas talvez as pessoas se sintam bem na Póvoa de Varzim e se identifiquem com duas das características que marcam o encontro: a informalidade e o profissionalismo com que tudo se organiza e com que são tratados todos os que por aqui passam. Talvez a relação que a cidade tem com a literatura seja um pouco mágica. E talvez a sinceridade, como me dizia um amigo, há uma semana, seja a base de tudo.
Há algum escritor que ainda não perdeu a esperança de vir a ter como convidado nas Correntes?
Nunca perdi a esperança de ter cá o Rubem Fonseca.
Como vê o aparecimento de outros festivais literários no país? Ainda há espaço para mais festivais literários em Portugal?
Creio que todos os festivais são sempre bem-vindos. Há sempre espaço para mais um se cada um souber inovar relativamente aos restantes. Acho que não vale a pena fazer cópias. Como em tudo, não é? De resto, creio que todas as iniciativas ajudam a formar e a fidelizar públicos.
Em que se inspiraram para criar o atual modelo das Correntes?
Na nossa imagem e semelhança?!… Foi só juntar a ideia de um à vontade e experiência de outros e seguir aprendendo com tudo: erros, sugestões, propostas, envolvendo o maior número de pessoas e entidades, criando cumplicidades. O resto foi-se construindo, sempre tendo como base toda a experiência que está para trás, em várias áreas.
Que palavra já não consegue ouvir?
Austeridade.
Qual o seu maior ódio de estimação?
Eu, ódio? E ainda por cima de estimação? Não tenho tempo para isso! Mas odeio a pequenez de pensamento e mentes mesquinhas.
Se pudesse fazer uma pergunta ao atual secretário de Estado da Cultura, qual seria?
Como é que te foste meter nessa, Francisco?
Na atual conjuntura, como fazemos para que a língua portuguesa valha mais do que a PT, como apontou o ex-ministro da Cultura Pinto Ribeiro?
Pensando no que podemos continuar a fazer pela nossa língua e fazendo. E se cada um der o seu contributo, custará muito menos e chegaremos muito mais longe neste processo de valorização deste património vivo e, consequentemente, em constante evolução e mudança. A língua falará sempre mais alto com ou sem PT.
Acha que o novo Acordo Ortográfico é fundamental para a sobrevivência e expansão da língua portuguesa?
Nem é nem deixa de ser. Acho que a língua é de quem a fala, independentemente de como a fala. Com mais c ou menos p.
O novo Acordo Ortográfico é um erro? Porquê?
Pode ser apenas uma questão de hífens, cês e pês.
Dê-nos uma boa ideia para o setor editorial português.
«Sentir, sinta quem lê!»
Que pergunta não fizemos e deveríamos ter feito?
«Qual o prato preferido?»
©Rui Sousa
Natural de Navais, Póvoa de Varzim. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas — Estudos Portugueses e Franceses, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi professora de Português e Francês na Escola Secundária Eça de Queirós, trabalhou como jornalista na SOPETE Rádio Mar e como correspondente no jornal Público. Desde 1995 está ligada ao Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Coorganizadora do evento literário Correntes d’Escritas — Encontro de Escritores de Expressão Ibérica, desde a 1ª. edição, em 2000, e cocoordenadora da revista Correntes d’Escritas. Publicou Cego do Maio Anjo da Salvação, na meiosdarte, em dezembro de 2005, O Catitinha, na Campo das Letras, em Novembro de 2006 e Rosa e os Feitiços do Mar, na Trinta por uma Linha, em dezembro de 2010. Diretora da coleção infantil «Papéis Pintados» da editora 7 dias 6 noites.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro Infantil, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.
«O escritor e jornalista Ruy Castro, de 63 anos, foi internado no domingo nos cuidados intensivos do Hospital São Lucas, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O escritor chegou ao local de ambulância, após sofrer uma crise convulsiva.» Ler no Diário Digital.
«Até o próprio autor ficou surpreendido: a história de um caso amoroso contada através das mensagens enviadas por SMS pelos seus protagonistas valeu ao escritor britânico Will Cohu (n. 1964) a nomeação para o prémio literário ‘Sunday Times EFG Private Bank Short Story Award’, cujo resultado será anunciado a 30 de Março e que tem o valor de 36 mil euros.» Ler no Correio da Manhã.
«Rupert Murdoch anunciou o lançamento “muito em breve” de uma edição dominical do tablóide britânico The Sun, em substituição do News of the World, encerrado após um escândalo de escutas telefónicas ilegais.» Ler no Público.
A adaptação modernizada da BBC da história do detetive Sherlock Holmes, protagonizada por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman (na fotografia), pode ser a causa do aumento significativo de vendas dos livros de Sir Arthur Conan Doyle. Leia aqui.
Segundo o The Telegraph, 74% das pessoas inquiridas que possuem um iPad da Apple afirmaram estar muito satisfeitas com o gadget, enquanto apenas 54% dos utilizadores do Kindle Fire têm a mesma apreciação a fazer do tablet da Amazon. Leia aqui.
A Random House, a John Wiley, a Oxford University e a Penguin foram selecionadas pelo sítio Digital Book World como as editoras onde é melhor trabalhar, sobretudo por estarem cheias de pessoas inteligentes, trabalhadoras e que adoram a oportunidade de tornar a sua paixão pelos livros um emprego remunerado. Leia aqui.
«A exposição Cartoon Xira mostrará os cem melhores cartoons de cariz político, publicados na imprensa nacional em 2011, trabalhos do cartoonista cubano-mexicano Angel Boligán, e [foi] inaugurada sábado, em Vila Franca de Xira.» Ler no Diário Digital.
«Não há alterações substanciais na natureza, missão e atribuições dos quatro organismos da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) cujas novas leis orgânicas foram aprovadas nesta quinta-feira em Conselho de Ministros.» Ler no Público.
Entre as várias vantagens de se venderem livros em espaços que não sejam livrarias, está a possibilidade de se venderem obras em vários formatos, incluindo o digital. Leia aqui.
Usando o Kindle, o autor independente Joe Konrath conseguiu fazer cerca de 150 mil dólares nas semanas antes e depois do Natal. Começou por editar os seus e-books no Kindle em 2009, mas só anos (e vários livros) depois é que chegou a um sucesso que até agora só era possível com edição através de uma editora tradicional. Leia aqui.
O mercado editorial no Brasil vai mudar drasticamente, e espera-se que este ano seja possível um autor ser representado por um agente baseado em Nova Yorque, ter o seu livro aprovado por um executivo que viva em Portugal, assinar um contrato com uma empresa de Espanha e ser imediatamente traduzido para uma editora em Inglaterra. Leia aqui.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Gestão de Projectos Editoriais, Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Gestão de Projectos Editoriais, Revisão de Texto - nível intermédio.
Via Bookshelf.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro Infantil, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.
Via GalleyCat.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Gestão de Projectos Editoriais, Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Gestão de Projectos Editoriais, Revisão de Texto - nível intermédio.
Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital,
por Nuno Quintas
Objetivo:
A oficina tem como objetivo o de que os formandos adquiram, em contexto eminentemente prático, as melhores técnicas e práticas de limpeza e preparação de um ficheiro de texto em ambiente digital, antes do seu envio para paginação. Pretende-se ainda que os formandos tomem conhecimento de opções e funcionalidades avançadas do Microsoft Word, assim como de que forma esta aplicação se relaciona com o InDesign, o programa de paginação mais utilizado no setor editorial, alertando-os para as vantagens de tempo e de esforço que acarretam estas operações.
Público-alvo:
A oficina destina-se particularmente a quem já possua prática de revisão de texto ou que exerça funções de âmbito editorial.
Formador:
Nuno Quintas é mestre em Edição de Texto (Universidade Nova de Lisboa, 2010), pós-graduado em Gestão Cultural (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2006) e licenciado em Línguas e Literaturas e Modernas, Estudos Portugueses e Ingleses (Universidade Nova de Lisboa, 2001). Consultor editorial da Booktailors desde 2009; tradutor e revisor literário e técnico (gestão, marketing, recursos humanos, informática e videojogos), desde 2005. Formador certificado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Programa:
1. Introdução
1.1. A importância da preparação de original no processo de edição
1.2. Práticas de preparação de original no mercado português
2. Preparação de original
2.1. Passos prévios
2.1.1. Registo de alterações
2.1.2. Configuração de estilos de formatação
2.1.3. Métodos de pesquisa e de normalização tipográfica
2.1.4. Notas de paginação
2.2. Divisão e estruturação do documento
2.3. Especificação de notas de rodapé e de fim
2.4. Notação de elementos gráficos (figuras, tabelas, caixas de texto)
3. Sistematização e conclusão
3.1. Sugestões de optimização do trabalho editorial
Dados técnicos:
N.º de sessões: 1.
Data: 3 de março de 2012.
Horário: 10h - 13h30, 15h - 18h30.
Total de horas: 7.
Propina: 90,00 €.
Descontos: 10% para todos os ex-alunos Booktailors e estudantes. 50% para desempregados e recém-licenciados. (Descontos não acumuláveis.)
Local da formação: Bookoffice - Rua dos Fanqueiros, n.º 96, 3.º Esq., 1100-232 Lisboa.
Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: OrigAmbDig IV) para: formacao@booktailors.com.
Quando compramos um e-reader, como o Kindle ou o Nook, ficamos presos ao conteúdo disponível para esse dispositivo. No entanto, quando compramos um carro, não temos de usar combustível só da mesma marca. Não será então melhor unificar o mercado dos e-books? Leia aqui.
Uma nova lei francesa proibiu os descontos e obriga a que todos os livros tenham os mesmos preços, quer sejam vendidos em livrarias tradicionais ou on-line. É possível que um grupo de livreiros se junte numa «greve», em que se recusam a alterar as etiquetas de preço dos livros. Leia no The Guardian.
Veja no Público o vídeo que retrata os últimos dias da livraria que fecha aos 70 anos, no dia 29 de fevereiro.
Além da Barnes & Noble, também as livrarias Books-A-Million e Chapters Indigo anunciaram que não vão vender livros editados pela Amazon. Depois de anos a prejudicar as livrarias tradicionais, será que o boicote à empresa é uma retribuição justa? Leia aqui.
Cada vez mais autores optam pelo self-publishing, deixando muitas editoras tradicionais numa situação complicada e numa necessidade de provar que, mesmo assim, não são redundantes. Há quem defenda o papel das editoras, argumentando que ajudam a tornar o livro mais refinado, mas há autores que continuam a acreditar que o futuro está na independência. Leia aqui.
«O filósofo, ensaísta e professor universitário José Gil foi galardoado com o Prémio Vergílio Ferreira 2012, instituido pela Universidade de Évora, revelou hoje a academia alentejana.» Ler no iOnline.
«A Fundação José Saramago começou hoje a funcionar na Casa dos Bicos, em Lisboa, informou à agência Lusa fonte da fundação.» Ler no Diário Digital.
«Os trabalhadores das livrarias Bulhosa vão estar em greve na sexta-feira, durante 24 horas. A greve foi convocada para “exigir da empresa o pagamento dos salários em atraso” e “respostas concretas para resolução dos problemas dos trabalhadores.”» Ler no Público.
É possível que a Amazon abra uma loja física em Seattle ainda este ano, onde estarão disponíveis livros e Kindles de todos os tipos. Mas será que este espaço vai ajudar a consolidar o monopólio da empresa ou ajudará a indústria do livro? Leia aqui.
Um antigo autor e agente literário de Londres, Orna Nass, decidiu criar The Alliance of Independent Authors, uma organização que vai representar os interesses dos autores independentes. Leia aqui.
As novas tecnologias e o interesse por conteúdos nostálgicos estão a ajudar a indústria da banda desenhada. Mesmo assim, vários peritos manifestam as suas preocupações, convictos de que a criatividade é essencial para voltar a atrair leitores ao formato. Leia aqui.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Gestão de Projectos Editoriais, Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Gestão de Projectos Editoriais, Revisão de Texto - nível intermédio.
«A primeira tradução espanhola do Elogio da Loucura, obra capital de Erasmo de Roterdão, foi descoberta por investigadores na Sinagoga Portuguesa de Roterdão e está ali exposta desde ontem (quarta-feira).» Ler no Diário Digital.
A KAIST Institute of Information Technology Convergence criou uma tecnologia que permite folhear e-books, aproximando a experiência da leitura digital à tradicional. Leia aqui.
Em média, os livros disponíveis para o e-reader Kindle da Amazon são mais baratos do que os e-books para o Nook, sendo a média de preços do primeiro 6,48 dólares, e do último, 8,94 dólares. Veja aqui.
Em 2010, uma infografia publicada no blogue VIDA ilustrava uma realidade do mundo literário: os autores masculinos são mais editados, lidos e criticados pela imprensa. Mas recentemente têm surgido verdadeiros êxitos escritos por mulheres (como As Serviçais ou The Hunger Games) ou então protagonizados por personagens femininas (como a trilogia Millenium). Leia aqui.
O autor Jonathan Franzen continua a criticar os e-books, afirmando que são uma estratégia para convencer as pessoas a gastarem dinheiro em conteúdo que não é palpável, ao contrário dos livros em formato impresso. Mas a verdade é que não é preciso optar-se entre uma coisa e outra: pode-se aproveitar o melhor dos dois formatos. Leia aqui.
Nunca um aumento de preço foi tão boa notícia para as bibliotecas. Apesar de a Random House ter anunciado que ia aumentar os preços dos seus e-books de biblioteca, prometeu continuar a tornar acessíveis a empréstimo digital todos os seus títulos. Leia aqui.
«Uma exposição do Museu da Franco-Maçonaria do Grande Oriente de França, em Paris, revela que Hugo Pratt, o criador de Corto Maltese, era maçon, tendo sido iniciado em 1976 na Loja Hermes, em Veneza.» Ler no Público.
A BookExpo America vai realizar-se de 4 a 7 de junho no Jvits Center em Nova Iorque, e este ano, pela primeira vez, haverá um dia dedicado ao livro infantil. Também é possível que o evento seja aberto ao público, embora ainda não esteja confirmado. Leia aqui.
Para modernizar o contacto com os clientes, a livraria Aillaud & Lellos Lda criou uma página no Facebook. Veja aqui.
Entretém-se a matar papas, e ainda assim a Igreja ignora-o. Luís Miguel Rocha, que já esteve no top do The New York Times, escreve parte dos seus romances no telemóvel e não se mostra preocupado com as comparações com Dan Brown. Expectante com a anunciada visita de Rubem Fonseca a Portugal, o autor de A Mentira Sagrada garante que vai continuar a entreter e dar espetáculo aos seus leitores.
O público comprou maciçamente o seu último romance, A Mentira Sagrada, mas a crítica portuguesa está longe de o consagrar. A que acha que se deve essa dicotomia?
O reconhecimento dos leitores deixa-me muito feliz. E, sinceramente, sinto que a crítica tem vindo a reconhecer cada vez mais o meu trabalho enquanto escritor.
Qual o seu foco principal quando está a escrever um livro?
Entreter, proporcionar um espetáculo ao leitor, sem intenção de ferir suscetibilidades, nem criar controvérsia. Faço questão de usar o máximo rigor factual para oferecer uma perspetiva diferente aos leitores mas deixando bem claro que escrevo ficção.
Qual o método de pesquisa que usa para escrever as suas obras? Quais as suas fontes?
Para se escrever é preciso ler muito. Ficção e não ficção. Documento-me o máximo possível sobre o tema a que me dedico. No que toca a estes romances dedicados ao Vaticano, há grandes historiadores e teólogos com obras importantes que faço questão de consultar. O Arquivo e a Biblioteca Vaticana permitem a consulta de inúmeros documentos. Há também jornalistas que me ajudam nestas pesquisas, profissionais que investigam casos ligados ao Vaticano há muitos anos e são censurados no seu país. Não é um processo tão secreto como as pessoas pensam. Aliás, não tem nada de secreto. Mas exige muita dedicação, muito trabalho.
A sua oficina de escrita obedece a que princípios?
É um trabalho criativo extremamente sensitivo. Depois de me documentar e dar por encerrada a pesquisa, necessito de uma história que me permita contar aquilo que pretendo. Os factos históricos são apenas informação para o leitor. Os meus livros, normalmente, não vivem apenas disso. Há personagens que ganham vida, que nada têm a ver com as histórias do Vaticano e que vão contar a história da maneira que entenderem.
Como lida com o facto de o sucesso da sua obra ter chegado primeiro no exterior?
Ter reconhecimento internacional é o sonho de qualquer escritor. Comigo aconteceu ao contrário do que é normal, encaro-o com satisfação.
O que preferia: uma referência no Dica da Semana ou uma boa crítica no jornal Expresso?
Ambos são importantes e cada um tem o seu papel, se quisermos que o nosso trabalho seja conhecido e reconhecido. Um tem uma tiragem enormíssima e chega a muita gente, o outro costuma conferir prestígio junto de leitores exigentes.
Receia que os escritores sérios o olhem de lado?
O que é um escritor sério? Acho que um escritor sério, se tal conceito existir, nunca olhará um colega que se considera sério de lado.
Não tem receio de ser visto como um sucedâneo do Dan Brown?
Nunca como um sucedâneo, porque tenho mais livros sobre o Vaticano do que Dan Brown, mas não me importo que comparem o meu sucesso ao dele.
Quais as maiores dificuldades que um autor sente para publicar um primeiro livro?
Eu, felizmente, não senti dificuldades em publicar. Como dica para quem o quer fazer, se me é permitido, lembro que a indústria tem mecanismos que é preciso conhecer. Todos os autores devem ser assessorados por um profissional, um agente literário. É ele quem deve representar o autor junto do editor.
O que podemos encontrar em A Mentira Sagrada que ainda não vimos nos seus outros livros?
Todos os livros são diferentes. Há uma evolução no registo, como que um depurar do estilo. No que toca ao enredo, e mesmo utilizando as mesmas personagens, nota-se a evolução das vidas delas. Os leitores costumam perguntar o que vai acontecer à Sarah e ao Rafael. Isso deixa-me muito feliz, significa que as personagens saltaram do texto.
Que palavra já não consegue ouvir?
Não há palavras intoleráveis.
Qual o seu maior ódio de estimação?
Odeio quando uma personagem com potencial tem de morrer e assisto, impotente.
Se pudesse fazer uma pergunta ao atual secretário de Estado da Cultura, qual seria?
Quando publica o próximo livro?
Na atual conjuntura, como fazemos para que a língua portuguesa valha mais do que a PT, como apontou o ex-ministro da Cultura Pinto Ribeiro?
A língua portuguesa é o nosso bem mais precioso. É nosso dever preservá-la e lembrar que tem uma vantagem em relação a qualquer empresa, mesmo das mais bem cotadas: não corre o risco de falir de um momento para o outro.
Acha que o novo Acordo Ortográfico é fundamental para a sobrevivência e expansão da língua portuguesa?
Não concordo com o novo Acordo. A sobrevivência da língua portuguesa não está ameaçada para necessitar de salvamento nem de salvadores. A língua é um organismo vivo, evolui naturalmente, não faz qualquer sentido modificá-la artificialmente. Em vez de perderem tempo com acordos ortográficos deviam esforçar-se por expandi-la. Custa-me, nas viagens que faço ao estrangeiro, ver sempre a ausência do português nos guias turísticos, nos museus, nas ementas… Acordo de Expansão Geográfica da Língua Portuguesa. É nisso que deviam investir.
Dê-nos uma boa ideia para o setor editorial português.
Iniciar um plano de investimento bem pensado, bem estruturado e consistente no livro de bolso. É um produto de futuro e que permitiria a captação de milhares de novos leitores.
Que pergunta não fizemos e deveríamos ter feito?
Podiam ter-me perguntado o que é que destaco neste início de ano, do ponto de vista editorial. Eu responderia: a anunciada vinda do grande Rubem Fonseca a Portugal e a publicação do seu brilhante A Grande Arte.
© Sigrid Estrada
Luís Miguel Rocha nasceu na cidade do Porto, em 1976. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente dedica-se em exclusivo à escrita. A Mentira Sagrada é o seu quinto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007) e A Virgem (2009). As suas obras estão publicadas em mais de 30 países, e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The New York Times. O Último Papa, êxito de vendas internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Gestão de Projectos Editoriais, Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Gestão de Projectos Editoriais, Revisão de Texto - nível intermédio.
O III Encontro Livreiro está marcado para dia 25 de março, domingo, na Livraria Culsete em Setúbal. Recomenda-se que o ponto de partida seja o texto de Manuel Medeiros disponível no blogue do encontro. Leia aqui.
A Sony anunciou que perdeu em 2011 2,8 mil milhões de dólares. Para a empresa continuar os seus avanços na edição digital, seriam precisos vários investimentos que, neste momento, não parecem ser prioritários. Leia aqui.
Julia Eccleshare acredita que as escolas têm de se concentrar mais em criar momentos de leitura que incentivem o prazer dos livros nas crianças. Leia no The Guardian.
Apesar de muitos autores de edição independente terem atingido o top de melhores vendas do Kindle em 2011, análises recentes afirmam que o self-publishing está a enfrentar uma forte concorrência das edições tradicionais. Leia aqui.
Como seria a história de vampiros se tivesse sido escrita por Herman Melville, Virginia Woolf ou Jane Austen? Veja aqui.
«David José Caldas Baptista da Silva é esperado ao princípio da tarde de hoje na Assembleia da República, na comissão de Educação, Ciência e Cultura, para defender a sua petição (n.º 68/XII) exigindo um referendo sobre o Acordo Ortográfico.» Ler no Público.
Apesar de a Barnes & Noble sofrer com a concorrência da Amazon, também está em risco pela sua falta de presença internacional e pela manutenção custosa da sua rede de lojas. Leia mais aqui.
«A Fundação Susan Sontag, com sede em Nova Iorque, vai premiar este ano a tradução de uma obra literária em português para a língua inglesa, anunciou esta terça-feira a entidade dedicada ao intercâmbio cultural a nível internacional no seu site.» Ler no Correio da Manhã.
«A biblioteca municipal mais antiga de Lisboa guarda 6 mil volumes. Um oásis para nostálgicos e investigadores com dedo da Carbonária» Ler no iOnline.
Curso de Comunicação Editorial,
por Sara Figueiredo Costa, Margarida Ferra e Paulo Ferreira
Objetivo geral:
O curso de Comunicação Editorial pretende explorar este elo da cadeia de valor do livro, dando a conhecer o ambiente em que se desenvolve, bem como munir os formandos das principais ferramentas no relacionamento com os vários públicos: prescritor, intermédio e final. Apresentar-se-ão os instrumentos e metodologias tradicionais, desenvolvendo as habituais ferramentas (como comunicados de imprensa), mas também as mais recentes, numa atitude passiva (de integração no meio) e ativa (de interação e marcação de espaço de comunicação próprio).
Formadores:
Sara Figueiredo Costa
É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Portugueses e mestre em Linguística Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa. Jornalista freelancer, colabora com diversas publicações na área da crítica literária e do jornalismo cultural (LER, Time Out e Expresso). Mantém, desde 2007, o blogue Cadeirão Voltaire, sobre livros e edição, e desde 2003, o blogue Beco das Imagens, dedicado à banda desenhada e à ilustração. É um dos membros fundadores da Oficina do Cego, onde leciona os módulos teóricos sobre história do livro e edição das formações sobre autoedição.
Margarida Ferra
Nasceu em Lisboa, em 1977. É licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Frequentou vários cursos de média duração na área editorial e de desenvolvimento de projetos culturais. Colaborou com o Jornal de Letras, foi assessora de imprensa do Conselho Nacional de Juventude, assistente numa galeria de arte contemporânea, livreira e colaborou com editoras. Desde 2009, é responsável pela comunicação da Quetzal Editores, uma chancela do Grupo Bertrand Círculo.
Paulo Ferreira
É consultor editorial da Booktailors – Consultores Editoriais, sendo pós-graduado em Edição pela Universidade Católica Portuguesa. Durante mais de cinco anos, desenvolveu uma carreira de publicitário, enquanto gestor de contas. Coleciona a cadeira de Marketing do Livro, no mestrado de Edição da Universidade de Aveiro. Organizou diversos volumes, tendo sido coordenador editorial de revistas periódicas.
Programa:
1. Jornalistas e leitores como duplo público-alvo
1.1. Meios de comunicação social em Portugal. Hábitos, números e tendências dos últimos anos.
1.2. Retrato geral da classe jornalística portuguesa. Caracterização, práticas e métodos de trabalho.
1.3. Funcionamento de uma redação. Como chega a informação sobre livros, como se distribui e como se pode utilizar.
1.4. O que os jornalistas esperam dos responsáveis de comunicação das editoras. Erros flagrantes e boas práticas. Exemplos.
1.5. Seleção dos jornais, revistas, rádios, televisões ou sítios Web jornalísticos para o plano de comunicação da editora de acordo com o tipo de público-alvo pretendido. Exemplos.
1.6. Os vários ângulos de abordagem jornalística sobre livros: crítica, destaques, autores, efemérides, etc. Exemplos.
2. Trabalho prático
Produção de dois planos de comunicação para o lançamento de uma novidade editorial (real ou hipotética). Cada plano dos diferentes formandos será objeto de debate.
3. Relações públicas na área editorial
3.1. Considerações gerais.
3.2. Tipos de evento e objetivos.
3.3. Organização de eventos: planificação, convites, follow-up, custos e questões logísticas, avaliação de resultados.
4. Ambiente digital para lá da blogosfera: redes sociais
4.1. Facebook (página ou perfil, eventos, tipo de conteúdos).
4.2. Twitter.
4.3. Utilização coordenada das redes sociais e blogosfera.
4.4. Estudos de caso.
5. A blogosfera como ferramenta de comunicação editorial
5.1. Conceitos e noções-base.
5.2. Erros mais frequentes das editoras.
5.3. Como ter um blogue de sucesso na área editorial?
5.4. O controlo da informação na blogosfera.
Dados Técnicos:
N.º de sessões: 6.
Datas: 19, 21, 26, 28 de março e 2 e 4 de abril de 2012.
Horário: 18h30-21h30.
Total de horas: 18.
Propina: 225,00 €.
Descontos: 10% para todos os ex-alunos Booktailors e estudantes. 50% para desempregados e recém-licenciados. (Descontos não acumuláveis.)
Local: Bookoffice - Rua dos Fanqueiros, n.º 96 3.º Esq., 1100-232 Lisboa.
Para inscrição, por favor envie e-mail com CV (referência de assunto: ComEdit II) para: formacao@booktailors.com.
O sítio web Flavorwire selecionou as 20 livrarias mais bonitas do mundo, e entre elas estão as livrarias portuguesas Lello e Ler Devagar. Entre as mencionadas está também a Cook & Book de Bruxelas, a Bookworm em Pequim e a Livraria da Vila em São Paulo. Leia aqui.
Termina hoje o período de votação para a 4.ª edição dos Prémios de Edição LER/BOOKTAILORS.
Os interessados poderão votar até ao final do dia. A votação do público contará 20 % na eleição final dos vencedores.
A cerimónia de entrega decorrerá na 13.ª edição das Correntes D’Escritas, no dia 25 de fevereiro, pelas 19.30.
Para votar e seguir os resultados vá ao blogue dos Prémios de Edição LER/BOOKTAILORS.
-
Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Gestão de Projectos Editoriais, Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Gestão de Projectos Editoriais, Revisão de Texto - nível intermédio.
O sítio Dosdoce disponibilizou uma cronologia da edição digital de 1912 a 2012 que permite perceber a sua intensa e rápida evolução. Leia aqui.
«Petições no Parlamento e na Internet, uma queixa na Provedoria de Justiça por "inconstitucionalidade" e uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos são algumas das acções em curso.» Ler no Público.
Apesar de os filmes da saga Harry Potter nunca terem sido reconhecidos pela Academia, há quem acredite que o último capítulo da história do feiticeiro merecia uma nomeação. É o caso da jornalista do Huffington Post Linda Kenney Baden, que sugeriu que seria talvez altura de os fãs organizarem um boicote. Leia mais aqui.
As editoras e os jornais deviam partilhar conhecimentos e aprender uns com os outros, mas infelizmente não é o caso. Veja aqui.
Segundo um artigo escrito pelo poeta e editor Janaka Stucky, os apreciadores de poesia são os clientes mais leais das livrarias independentes e podem ajudá-las a sobreviver ao monopólio da Amazon. Leia aqui.


1 500 000 visitas
acordo ortográfico(294)
adaptação(130)
agenda do livro(96)
agradecimentos(20)
amazon(241)
apel(82)
associativismo(83)
autores(1965)
bd | ilustração(366)
bertelsmann(25)
bertrand(51)
bibliotecas(233)
blogosfera(1112)
blogtailors(48)
booktailors(211)
booktrailers(149)
byblos(70)
cronologia 2008(12)
cronologia 2009(12)
cronologia 2010(12)
cronologia 2011(12)
design editorial(100)
distribuição(59)
divulgação(784)
edição(115)
editoras(858)
editores(209)
emprego(57)
entrevista(203)
estado | política cultural(172)
eventos(75)
feira do livro de bolonha 2009(17)
feira do livro de bolonha 2010(96)
feira do livro de bolonha 2011(12)
feira do livro de frankfurt 2008(110)
feira do livro de frankfurt 2009(51)
feira do livro de frankfurt 2010(54)
feira do livro de frankfurt 2011(56)
feira do livro de lisboa 2009(200)
feira do livro de lisboa 2010(74)
feira do livro de lisboa 2011(30)
feira do livro do funchal 2010(23)
feira do livro do porto 2009(50)
feira do livro do porto 2010(16)
feiras do livro(106)
festivais(55)
fnac(62)
formação(123)
formação booktailors(104)
fotografia | imagem(154)
fusões e aquisições(139)
google(112)
homenagem(116)
humor(161)
imprensa(409)
internacional(1062)
kindle(197)
lev(50)
leya(213)
literatura(85)
livrarias(501)
livro escolar(69)
livro infantil(97)
livros(1145)
london book fair(79)
marketing do livro(300)
mercado do livro(392)
notícias(2972)
o livro e a era digital(1411)
óbito(111)
opinião(1683)
os meus livros(44)
poesia(109)
polémicas(372)
porto editora(120)
prémios(857)
prémios de edição ler booktailors(89)
profissionais(139)
promoção à leitura(128)
revista ler(103)
sítio web(144)
sociologia e hábitos da leitura(135)
tecnologia(556)
top livros(83)
twitter(82)
vídeo(345)